Santa Casa de Misericórdia de Chavantes



Santa Casa
"Cuidar: Um Ato de Amor".


"UM TEMPLO DE FÉ E CARIDADE DENTRO DO CAFEZAL"
Ibrahin Nobre -31/08/1934

Cel. Manoel Ferreira e sua esposa dona Maria Ferreira, a cujo empenho a população de Chavantes deve a construção da Santa Casa.

 
                               

Marilda Iori Luizon, conta:                 
"Quem ajudou a limpar o terreno para a construção da santa Casa de Misericórdia de Chavantes foi o Sr. Domingos Iori, meu avô".


Dr. Arnaldo Ferreira da Silva
36.000$000 é o valor doado à Santa Casa de Chavantes pelo Dr. Arnaldo Ferreira da Silva, na data de novembro de 1934.
Com essa doação, a Santa Casa ficou de posse de um patrimônio inicial, para a sua manutenção.


Texto publicado no Jornal O Município, de Adelino Gião (arquivado no Museu Municipal)., em 31 de agosto de 1934:
(...)"Solida na sua construcção e grandiosa na sua missão, a Santa casa retrata indubitavelmente o passado altruistico do seu doadouro Cel. Manoel Ferreira, á quem este Municipio deve, já, uma messe consideravel de beneficios, sobrepujando, entretanto, o Hospital de Chavantes, pelo seu alcance medico-social (...)
Uma saudade renasce quando se fala da Santa Casa, é que nos recordamos de Dona Maria da Silva Ferreira, cuja memoria todos respeitamos pelas suas exelsas virtudes de coração (...)
Num curto periodo de dois annos, foram internados 751 doentes e tratados no ambulatorio 198, o que perfaz um total de 952 doentes.
Foram realizadas 84 operações,aviadas 2.534 receitas, praticadas 7.216 injecções diversas, collocados apparelhos gessados.
O obituario é apenas de 43 doentes, entre doenças comuns e casos de cirurgia.(...)

                    
Inauguração da Santa Casa de Misericórdia de Chavantes. Apesar da foto muito apagada, é possível ver na parede frontal, o nome Santa Casa. Pesquisa realizada no jornal O Município de Adelino Gião, ano de 1934 - arquivado no Museu Municipal.



Directoria e Madres Directoras

Corpo Clínico da Santa Casa


                          

Em 31/08/1934, escreveu Gião, no jornal O Município: Ibrahin Nobre, um dos paladinos da Revolução Constitucionalista, deixou no livro de visitantes da Santa Casa de Chavantes, a proposição, digna de um bronze. "Um Templo de Fé e Caridade dentro do cafezal".
Ibrahin Nobre

   Imagens publicadas em 1934 no jornal O Município
A mesma frente, em data posterior. Foto de Vanessa Nogueira


Podemos ver pela imagem, a Santa Casa realmente dentro dos cafezais do Cel. Manoel Ferreira.

A casa que aparece na parte inferior da foto, 
era da Dona Sinhana Ventura.



Eleição da Primeira Diretoria da irmandade Santa Casa de Misericórdia de Chavantes

No dia 19 de junho de 1937, foi divulgada uma Convocação para Nomear a Comissão Especial para Organizar o Compromisso da Irmandade, com o qual, depois de registrado, serão orientados os destinos da Santa Casa de Misericórdia de Chavantes.
No dia seguinte, 20 de junho de 1937, com a participação de “Profissionais Diplomados, Autoridades, Serventuários da Justiça, Exactores das Rendas Publicas Estadoal e Municipal”,ocorreu uma Assembléia Geral presidida pelo Dr. Edmundo Vieira Machado, médico residente na cidade, secretariada pelo sr. Gumercindo Lopes, do comércio Local.
Após a abertura da sessão, foi eleito o Conselho Deliberativo que ficou assim constituído:
Presidente: Cel. Manoel Ferreira
Vice presidente: c. Miguel dos Reis Mello
1º Secretário: Gumercindo Lopes
2º Secretário: Cesário Peixoto
Membros: Dr. J.B. Mello Peixoto, Francisco Pereira Leite, Dr. Ernesto Fonseca, Mario Vieira, Cel. Julio Francisco Pereira da Silva, A. Gomes dos Reis e G.F. Martins.
Esse mesmo Conselho Deliberativo, organizou, então, o Conselho Administrativo, que ficou assim constituído:
Provedor: Rolando F.B. Davids;
Vice Provedor: João carneiro Filho
Secretário: Dorival Ferraz;
Tesoureiro: Francisco C. de Campos
 Mesário: José Rubio Medina
Diretor dos Serviços Internos: D. E. Viveiros Neves.
Por proposta do sr. R. Davids, foi aclamado o Cel. Manoel Ferreira Presidente Hononorário e Perpétuo da Santa Casa de Misericórdia de Chavantes.


Obras de Reforma e Ampliação da Santa Casa - 1953

Foram gigantescas as dificuldades a vencer para que Chavantes pudesse contar com melhorias e ampliações no prédio da Santa Casa.
Inaugurado em 1934, era urgente e extremamente necessário proceder a uma arrecadação de verbas para  sua reforma.
O Poder Estadual, apesar da promessa, enviou verba somente muito tempo depois e foi necessário que a comunidade se unisse para que a tão almejada construção se tornasse realidade.
Lendo o relato abaixo, ficamos por dentro das necessidades e das dificuldades encontradas.

Publicado pelo Jornal O Município - 1953

“O Município, por intermédio de seus diretores cumpre o grato dever de divulgar com todos os pormenores, tudo o que lhes foi dado observar através de uma reportagem especial que reivindicamos como justa e merecida homenagem aos capitães dessa iniciativa, dentre os quais destacamos a figura do ilustre Diretor Clínico daquele estabelecimento, Dr. Leonel Pereira da Cunha, que vem dedicando os seus esforços para a concretização integral dessa grande reforma e ampliação que está se efetivando a custa dos maiores sacrifícios, ante a inexistência de um apoio mais decisivo por parte dos poderes públicos do Estado e da União.
Com a melhor disposição, sem se desviar da sua peculiar e encantadora modéstia, o Dr. Leonel explicou que uma das razões preponderantes que levaram aquela diretoria a promover a reforma e ampliação daquele estabelecimento hospitalar se justificava pelo fato de que as instalações então existentes já não atendiam ao número sempre crescente de enfermos, de vez que o hospital foi construído há mais de 20 anos como obra para atender aos problemas da época em que foi delineada a sua criação. Além do mais, o hospital que fora construído para atender aos doentes da jurisdição do Município passou a acolher doentes pertencentes aos Municípios vizinhos que para aqui de dirigiam talvez por existir na região de seu domicílio deficiências contra as quais lutamos também.



É certo que, se de um lado se apresentava como inadiável, de outro, surgiam problemas também importantes, mas não irremovíveis como seja a situação patrimonial.
Malgrado tais dificuldades e confiando a diretoria no espírito filantrópico dos homens de posses do município, que jamais negaram as suas contribuições a empreendimentos dessa natureza, decidiu-se, apesar dos pesares, lançar-se à luta, de vez que os interesses do povo não poderiam ser preteridos e deveriam se sobrepor a frente desse grande e notável empreendimento”.
A Santa Casa recebeu sempre doações significativas e o Dr. Leonel mandou colocar nas paredes do corredor, a foto dos mais antigos colaboradores como Cel. Manoel Ferreira, dona Maria da Silva Ferreira, Cel. Julio Francisco Pereira da Silva, Francisco Pereira Leite, Dr. João Batista Melo Peixoto. Anos mais tarde, os membros da irmandade, tiveram suas fotos expostas nos corredores da Santa Casa.
Para as reformas realizadas em 1953, contribuíram:
Famílias:
Pereira da Cunha e Silva – Cr$ 150.000,oo
Novaes Leite – Cr$ 141.000,oo
Alberto Cintra - Cr$ 70.000,oo
Ernesto Fonseca – Cr$ 60.000,oo
Maria de Almeida – Cr$ 55.000,oo
Dr João Batista de Melo Peixoto – Cr$ 20.000,oo
Curi – Cr$ 20.000,00
Davids – Cr$ 20.000,oo
Martinho Pereira Barreto – Cr$ - 15.000,oo
Marques de Souza (Fazenda B.Vista) – Cr$ 15.000,oo
Rubio Medina – Cr$ 15.000,oo
Banco do Brasil Chavantes – Cr$ 15.000,oo
Barreiros – Cr$ 12.000,oo
Chequer – Cr$ 11.015,oo
Marques de Souza Figueiredo – Cr$ 10.000,oo
Jamil Chequer – Cr$ 10.000,oo
Pereira de Matos - Cr$ 10.000,oo
Ferraz Egreja – Cr$ 5.000,oo
Same Curi – Cr$ 5.000,oo
Monteiro de Melo – Cr$ 5.000,oo
Francisco Cezário de Campos - Cr$ 5.000,oo
Joaquim Carlos de Matos – Cr$ 5.000,oo
Fuad Nicolau – Cr$ 5.000,oo
Elvira Ribeiro de Morais – Cr$ 5.000,oo
Margarida Lopes – Cr$ 5.000,oo
Barbosa Cintra – Cr$ 5.000,oo
Acácio Gomes dos Reis – 1 transformador usado no valor de Cr$ 10.000,oo; 12.000 tijolos no valor de Cr$ 6.000,oo e Cr$ 5.000,oo em dinheiro.
Irmãos Mariotto – 50 sacos de cimento e 15 metros de ladrilho no valor de Cr$ 6.750,oo
Olegario Bueno- Cr$ 3.100,oo
Odila Fagundes Gomes dos Reis – Cr$ 3.000,oo
Olga Pereira da Silva – Cr$ 3.000,oo
Michel Salin Abuamad – Cr$ 3.000,oo
Clotario de Melo – 1 fogão elétrico usado no valor de Cr$ 3.000,oo e Cr$ 2.50,oo em dinheiro
Banco Mercantil (Chavantes) – Cr$ 1.500,oo
Hélio Gouveia de Melo – Cr$ 1.200,oo
Aurea Figueiredo – Cr$ 1.000,oo
João Corazza – Cr$ 1.000,oo
Tomaz Mascaro – Cr$ 1.000,oo
Profs Diana Cerqueira e Yolanda Campos (renda de 1 festiva) Cr$ 1.000,oo
Francisco Alves Faria (madeiras) Cr$ 500,oo
Dr. Fabio Melo Peixoto – Cr$ 500,oo
Feiz Tebet – Cr$ 500,oo
Calil Bassit – 500,oo
Nahin Haddad – Cr$ 500,oo
Abilio Chequer – Cr$ 500,oo
Francelino José – Cr$ 500,oo
Eloy Chequer – Cr$ 500,oo
José Clovis de Carvalho – Cr$ 380,oo
Oity Nogueira – Cr$ 320,oo
Antonio Paloschi – Cr$ 320,oo
Venâncio Roquejani – Cr$ 320,oo
Gumercindo Lopes – Cr$ 200,oo
Benedito Claro – Cr$ 190,oo
Sebastião Claro – Cr$ 190,oo

Modificações e Ampliações:

Novo Refeitório
Espaçoso refeitório para acompanhantes de pensionistas, modernamente instalado com todos os requisitos higiênicos, dotado de móveis de aço esmaltado, obedecendo as mais rigorosas exigências técnico-hospitalares.

Cozinha e Copa Moderna cozinha e copa, dotadas de exaustores elétricos, votrôs amplos, persianas modernas, separação de utensilios de uso dos doentes de enfermaria e pensionistas, fogões elétricos e à gás.

Área de Serviço e Refeitório
Foi construída uma área de serviço e refeitório para uso exclusivo dos funcionários do hospital.

Terraços Internos
Ladeando as sessões masculina e feminina, foram construídos dois terraços destinados ao repouso dos convalescentes das enfermarias.

Enfermarias
Foram construídas quatro enfermarias, consistentes, dotadas de estação luminosa, canalização embutida para futuro suprimento de oxigênio, instalações sanitárias e banheiros completos. Possuem água corrente e aquecimento central, azulejos, persianas de alumínio e piso de cerâmica impermeável.

Sala de Curativos
Foram construídas duas modernas salas de curativos, uma em cada ala, com armários embutidos.

Lavanderia
Foram construídas salas próprias para lavagem e passagem de roupas, utilizando material aproveitados das sobras de reforma. A sala é dotada de modernas máquinas para passar a roupa.

Sala de Costura
Uma ampla sala de costuras, com seis armários embutidos.

Necrotério
No quintal, foi construído um necrotério com depósito de caixões mortuários.

Horta
Uma bem organizada horta, com canteiros bem traçados, com hortaliças de várias espécies. Também uma granja com dezenas de aves como galinhas e frangos, além de mangueirões para porcos. Tudo para consumo interno.

Reservatório Central de Água
Obedecendo às mais rigorosas exigências da técnica moderna, foi construído um grande reservatório sobre colunas de concreto, com altura de 9 metros e capacidade para 11 mil litros, com bombeamento de elevação que complementa esse grande serviço de abastecimento interno do hospital.



Grande Lacuna
O Hospital necessita preencher uma lacuna que não pode ser sanada por falta de recursos financeiros, que é um prédio destinado ao isolamento de internados portadores de moléstias contagiosas.

Aparelho de Raio X
Tanto o hospital como o Município não possuem aparelho de raio X e sendo extremamente necessária a sua aquisição, a Diretoria fará um  movimento no sentido de qua a Legião Brasileira de Assistência (SP) através de sua superientendente sra Maria Carmelita Leme de Oliveira Garcez faça a doação do aparelho.

As Obras
Estão sendo executadas de acordo com aplanta elaborada pelo Serviço de Engenharia Sanitária do Estado, aprovada pelo Serviço de Medicina Social, sob a Direção do Sr. Diamantino Costa, que vem prestando gratuitamente à Instituição os seus serviços profissionais.
As obras estão sendo executadas pelo empreiteiro José Henrique Martins e seus auxiliares.
O arquiteto Adolfo Rubio Morales é o autor da belíssima fachada em execução.





Serviços Clínicos e Enfermagem.
O Corpo Clínico da Santa Casa é composto dos Drs Leonel Pereira da Cunha e Wanor Torres de Bitencourt, os quais vêm prestando seus serviços profissionais há longa data, auxiliados no serviço de enfermagem pelo irmã Rafaelina e pela srta Lucinda Costa.



Serviços de Secretaria, Contabilidade e Tesouraria.
A organização do setor é perfeita, notando-se em tudo ordem e disciplina. Tais cargos estão a cargo dos Membros da Mesa Administrativa, srs. Virgilio Ferraz e Ulisses Natal, 1º e 2º Tesoureiros da instituição. O Sr Virgilio Ferraz, desde 1937 dedica seus momentos de folga nos afazeres de gerente do Banco Mercantil, para prestar auxílio à Santa Casa.
Esteio Moral da Campanha de Arrecadação de Fundos destinados às Obras
Vem prestando sua colaboração dedicada e eficiente à campanha, o sr Jatir Gorrensen, gerente da agência local do Banco do Brasil que se desdobra no sentido de arrecadar fundos necessários às vultosas despesas decorrentes da obra em andamento.
Apelo aos Poderes Públicos, Estadual e Federal
Tudo o que se tem feito no setor de Assistência Social em Chavantes, foi graças às contribuições particulares de nossa população. Para a reforma e ampliação da Santa Casa.
Recentemente foi aprovada pela Câmara Municipal uma lei concedendo 200 mil cruzeiros
Nossa Homenagem
Rendemos as nossas homenagens, os nossos louvores, aos anteriores componentes das Mesas Administrativas e à atual, composta pelos srs.
Osvaldo Baltazar Pereira da Silva
Gumercindo Lopes
Mario Bernardes de Oliveira
Arlindo Geraldo
Virgilio Ferraz
Ulisses Natal
Antonio R. Mariotto
José Rubio Medina
José Maria de Almeida
Dr. Leonel Pereira da Cunha
Francisco Cezário de Campos
Antonio Rubio Medina

Em 1959, a Santa Casa recebeu seu esperado aparelho de RaioX
Ainda em reforma e ampliação, a Santa Casa recebeu um potente e moderno aparelho de Raio X fixo, marca “Picker”, de 100 MA, adquirido da Companhia Brasileira de Raio X, cuja montagem já está sendo feita pelo técnico da firma.
O referido aparelho foi adquirido pela atual Mesa Administrativa da Santa Casa por 1 milhão de cruzeiros obtido do Executivo Estadual por intermédio  de projeto de iniciativa do Deputado João Mendonça Falcão, aprovado pela Assembleia Legislativa do Estado do ano de 1957.
Aprovada a compra por 1 milhão em 1957 e entregue apenas em 1959, a firma negava-se a entrega-lo pois seu valor passara para 3.500 milhões de cruzeiros.
Foi preciso muito empenho e persistência da Mesa Administrativa, tendo à frente o Dr Leonel e o sr. Wilson Póvoa Manso, para que nossos direitos fossem respeitados e o contrato cumprido.



Construção do atual prédio da Santa Casa de Misericórdia de Chavantes.                                  
 Foto do acervo da Santa Casa. Fachada elaborada pelo
arquiteto Adolfo Rubio Morales. 


Construção concluída. Foto do acervo da Santa Casa

Dr. Leonel, no novo prédio da Santa Casa. Foto de seu neto Fernando.



A Santa Casa de Misericórdia de Chavantes foi fundada em 1923, por iniciativa de dona Maria da Silva Ferreira e do Cel. Manoel Ferreira.
Muitas vezes esteve sob intervenção da Prefeitura Municipal, sendo a última no período de 31 de agosto de 2007 até 31 de agosto de 2010. Permaneceu com uma diretoria provisória até recentemente, quando a 4 de janeiro de 2011 a nova e atual diretoria tomou posse para o biênio 2011/2012.
Muitas foram as dificuldades encontradas pela nova diretoria, mas com o seu constante empenho, alguma ajuda oficial e a contribuição de sócios colaboradores, a Santa Casa está se reerguendo e saldando suas dívidas, que no início somavam R$ 1.200.000,00 e que obteve um parcelamento mensal de R$ 15.775,54. Compõem a atual diretoria:
Diretor: Antonio Donato
Vice Diretor: Décio Belinotti Filho
1º Secretário: Osmar Antunes
2º Secretário: Ronilde Rodrigues de Almeida
1º Tesoureiro: Mario Aparecido Gaino
2º Tesoureiro: José Maria Barbosa
Diretor de Patrimônio: Cleverson Ribeiro de Albuquerque.
(Colaboração de Ronilde R. de Almeida)

A Santa Casa hoje. 
Fotos de Ronilde

Brinquedoteca (doadores Sandra e Mario Antonio)
Jardim doado por Nilson Ferreira

Apartamento reformado com verba doada por Fábio Júnior

Desfibrilador e aspirador cirúrgico- emenda obtida pela deputada
Beth Sayão


Pediatria antes e depois da reforma


 Pediatria (doadores Sandra e Mario Antonio)
                                                             Projeto:Lilian Carvalho




Enfermaria Feminina reforma feita com doações mensais                                                                         de colaboradores Chavantenses)

 banheiro reformado
Máquina de lavar roupas - emenda obtida pela deputada Beth Sayão

Máquina de lavar roupas - emenda obtida pela deputada Beth Sayão




EM CONSTRUÇÃO


4 comentários:

Anônimo disse...

Grande iniciativa dos Ferreiras, numa cidade e regiao que ate' hoje precisa de melhores instituicoes de saude. Varios enfermos ainda precisam se locomover a centros mais desenvolvidos como Marilia p/ diagnosticos e tratamentos e dividem gastos de conducao. Entre outros colaboradores da Santa Casa, estao o falecido Fauze Mansur e sobrinho Dr. Jose' Carlos.Alguns enfermeiros que passaram pela Casa e Asilo desde muito novos, foram Doroty, Maria Ap. Neves, Sr. Alberto, Benedita de Sousa, Piedade Ricione, Irmas Superiora Cirilla, Dina,etc

Lilia disse...

Olá Anônimo, obrigada pela participação.
Conforme as informações vão aparecendo, vou completando a página. Muitos dos citados estão na minha lista.
Abraços

Amor e Arte em feltro disse...

Parabéns pelo blog, que riqueza de material!

Continuem assim preservando a história e a memória de Chavantes.

Rita Prando

Lilia disse...

Obrigada, Rita. Ainda tenho muito material para postar. Volte sempre.
abço
Lilia